José Feliciano Ferreira da Rosa seus ancestrais e familiares

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Pais

Trisavós materno

Avós paterno

Tetravós paterno

Avós materno

Tetravós materno

Bisavós paterno

Pentavós materno

Bisavós materno

Hexavós materno

Trisavós paterno

Heptavós materno

Irmãos

Tios paterno

Notas - Fontes de Pesquisa

Pais

Joaquim Ferreira da Rosa “Coronel ao falecer”, nasceu na fazenda "Retiro da Prata", Batataes, a 04 de março de 1820, casou-se em 21 de fevereiro de 1843 na Matriz de Lavras, MG, com Hypólita (Hyppolita) Carolina Dias de Gouvêa, (Hypolita de Gouvêa Rosa após o casamento), conhecida como “Sinhá Dona Santa”. (Ela era prima irmã do marido). Ela nasceu em 16 de março de 1824 e faleceu em 15 de março de 1892. Joaquim faleceu de hidropisia, em 15 de agosto de 1891 (Certidão da Paróquia do Senhor Bom Jesus da Cana Verde - Batataes), aos 72 anos de idade, em Batataes, onde foi sepultado, tendo início seu inventário em 25 de novembro do mesmo ano. Possuía muitos bens e terras, vide "As Três Ilhoas", livro 2, primeira parte. Tiveram 14 filhos (vide Tios paterno). Sua irmã, Ana Teodora (Dias) de Gouvêa era casada com Manoel Ferreira da Rosa irmão de Joaquim.

Avós paterno

 As Três Ilhoas, 2, primeira parte, folha 378 

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Pais de Joaquim Ferreira da Rosa
Antônio Ferreira da Rosa (Neto), ao que se sabe filho único, Alferes (depois capitão), nasceu entre 1792 e 1794, em Aiuruoca, MG, e já falecido em 1856.
Casou-se em 11 de setembro de 1815, pelas 10 horas da manhã, em Coqueiral, MG, na antiga capela do Espírito Santo e filial da Matriz das Dores da Boa Esperança com Dorotea Claudina Villela -vide certidão abaixo- (irmã de Mariana Clara Villela), nascida cerca de 1799 em Coqueiral, MG. e batizada na mesma capela onde se casou. Ela faleceu em  02 de fevereiro de 1852 em Batataes, SP, onde teve início seu inventário em 15 de maio de 1852. Em 1830 o casal já havia sido recenseado em Batataes, na freguesia do Senhor Bom Jesus da Cana Verde dos Batataes. Em 1855 Antonio habilitou-se para casamento com Mariana Cândida de Paula o que não deve ter-se consumado, pois em 1856 o capitão já era falecido. Tiveram 14 filhos: Vide "Tios Paterno" abaixo.

Certidão de casamento Antonio e Dorotea

Livro de registro de casamentos - Capela do Espirito Santo filial da Matriz das Dores da Boa Esperança - Coqueiral, MG
 

Aos onze de Setembro de mil e oitocentos e quinze na Capella do Espirito Santo filial desta Matriz das Dores da Boa Esperança pellas dez horas do dia na prezença das testemunhas e perante o Padre José Pereira de Carvalho de  Licença?   receberam em Matrimonio Antonio Ferreira da Roza filho legitimo do Capitão Antonio Ferreira da Roza e Dona Maria Theodora com Dorotea Claudina Villella filha legitima do Capitão José Joaquim Villela  e D. Maria Mendes ambos os contratantes nascidos e baptizados nesta mesma freguezia ainda? são moradores logo lhe conferem as bênçãos nupciais, procedendo as tres admoestações Canonicas, Provisão do ordinário? presente as testemunhas João Villela Filho e Francisco Pinto de Magalhães do que mandei fazer este assento e assignei.

O Vigrio Jose Franco Morato

Avós materno

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Pais de Hyppólita Carolina Dias de Gouvêa
Martinho Dias de Gouvêa, natural de Lavras, MG e Mariana Clara Villela. (irmã de Dorotea Claudina Villela)
Ele era irmão do Padre Antonio Dias de Gouvêa, natural de Lavras, MG

Bisavós paterno
As Três Ilhoas, 2, primeira parte, folha 378

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Pais de Antonio Ferreira da Rosa (Neto)
Antônio Ferreira da Rosa (Filho) “Capitão” nascido na Freguesia de Nossa Senhora da Boa Nova, Ilha do Pico, Arquipélago dos Açores – Portugal – tendo falecido em 17 de outubro de 1816 em Coqueiral, MG., casado com Maria Teodora de Jesus, nascida em São João Del Rey, MG, onde se casaram em 01 de outubro de 1791.
Pais de Dorotea Claudina Villela – irmã de Mariana Clara Villela
José Joaquim Villela (no registro de casamento seu nome foi invertido para Joaquim José Vilela) Capitão, batizado em 11 de junho de 1759 ( ou 20 de março de 1760 ?) na Capela do Porto do Rio Grande, da Paróquia de Carrancas, e registrado em Airuoca, MG, faleceu em Coqueiral, MG, em 02 de outubro de 1925 com testamento e Maria Mendes (de Brito) natural de Aiuruoca, MG, casados em Serranos em 19 de agosto de 1778. Tiveram 12 filhos.

Bisavós materno

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Pais de Martinho Dias de Gouvêa
Antônio Dias de Gouvêa “Capitão”, natural da freguesia de São Pedro do Buril, arcebispado de Braga, Portugal e Ana Teresa de Jesus natural de São João Del Rey, MG
Pais de Mariana Clara Villela – irmã de Dorotea Claudina Villela
José Joaquim Villela (no registro de casamento seu nome foi invertido para Joaquim José Vilela) Capitão, batizado em 11 de junho de 1759 ( ou 20 de março de 1760 ?) na Capela do Porto do Rio Grande, da Paróquia de Carrancas, e registrado em Airuoca, MG, faleceu em Coqueiral, MG, em 02 de outubro de 1925 com testamento e Maria Mendes de Brito natural de Aiuruoca, MG, casados em Serranos em 19 de agosto de 1778. Tiveram 12 filhos.

Trisavós paterno

As Três Ilhoas, 2, primeira parte, folha 378
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Pais de Antonio Ferreira da Rosa (Filho)
Antonio Ferreira da Rosa e Maria da Rosa ambos naturais do Arquipélago dos Açores (Portugal)
Pais de Maria Teodora de Jesus
Domingos da Costa Guimarães “Alferes” e Rita de Souza Nascimento
 Pais de José Joaquim Villela
Maria do Espírito Santo (também citada como Maria Clara do Espírito Santo), natural da Capela de Santo Antônio do Rio das Mortes, da Paróquia de São João del Rey, MG, faleceu em junho de 1810 em Aiuruoca, MG, conforme apurado pela relação da Irmandade do Santíssimo de Aiuruoca. Casou com o Capitão Domingos Villela natural de Santa Maria das Palmeiras, Arcebispado de Braga, Portugal. Moravam no Sítio das Pitangueiras, situado na Capela do Rio Grande das Carrancas. Tiveram 13 filhos.
Pais de Maria Mendes Brito
Manuel Mendes de Abreu natural de Portugal e Dorotéia Maria de Jesus

Trisavós materno

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Pais de Antonio Dias de Gouvêa
João Dias de Gouvêa natural de Portugal e Maria Álvares Barbosa natural de Portugal
Pais de Ana Teresa de Jesus
Manuel Alves Pedrosa natural de Portugal e Maria Teresa de Jesus ou Maria de Assunção Franca natural de Tiradentes, MG
Pais de José Joaquim Villela
Maria do Espírito Santo (também citada como Maria Clara do Espírito Santo), natural da Capela de Santo Antônio do Rio das Mortes, da Paróquia de São João del Rey, MG, faleceu em junho de 1810 em Aiuruoca, MG, conforme apurado pela relação da Irmandade do Santíssimo de Aiuruoca. Casou com o Capitão Domingos Villela natural de Santa Maria das Palmeiras, Arcebispado de Braga, Portugal. Moravam no Sítio das Pitangueiras, situado na Capela do Rio Grande das Carrancas. Tiveram 13 filhos.
Pais de Maria Mendes Brito
Manuel Mendes de Abreu natural de Portugal e Dorotéia Maria de Jesus

Tetravós paterno

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Pais de Domingos da Costa Guimarães
Cristovão da Costa e Felicia Guimarães
Pais de Domingos Villela
Custódio Vilela e Felícia de Siqueira citada também como Felícia de Cerqueira
Pais de Maria Clara do Espírito Santo
Diogo Garcia e Júlia Maria da Caridade - Vide Tetravós materno
Pais de Dorotéia Maria de Jesus
Antonio de Brito Peixoto e Maria de Morais Ribeiro

Tetravós materno
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Pais de Manuel Alves Pedrosa
Pedro Vaz e Maria Alves Pedrosa
Pais de Domingos Villela
Custódio Vilela e Felícia de Cerqueira citada também como Felícia de Siqueira
Pais de Maria Clara do Espírito Santo
Diogo Garcia e Júlia Maria da Caridade
Ela era uma das lendárias Três Ilhoas. Sobre ela e seus descendentes, existe um livro do genealogista José Guimarães, patrocinado e publicado em 1990 pelo genealogista Roberto Vasconcellos Martins, intitulado "As Três Ilhoas". Esse trabalho se reporta somente ao segundo volume, primeira parte. A história desse casal esta descrita com detalhes nas primeiras 16 páginas desse livro.
Júlia Maria da Caridade
nasceu em 8 de fevereiro de 1707, às 7 horas da tarde,  e foi batizada em 13 de fevereiro do mesmo ano, pelo Cura Antônio Fernandes, tendo por padrinhos Manuel Gonçalves, mareante (homem do mar, navegante, marinheiro), e sua mulher Antônia de Graça, e sendo testemunhas Manuel Corrêa, mareante, e João Furtado de Mendonça, Procurador do Número, todos moradores na mesma Freguesia. Julia Maria já era falecida em 1787, porque, nesse ano, foi celebrado em Campanha o batizado de seu neto Manuel, constando serem falecidos os avós maternos.  Casou-se em 29 de junho de 1724, em São João del Rey, MG, com o seu conterrâneo Diogo Garcia, batizado aos 13 de março de 1690, tendo falecido após 23 de março de 1762, pois nessa data assinou seu testamento, documento divulgado pelo Dr. Ricardo Gunbleton Daunt, no trabalho intitulado " O Capitão Diogo Garcia da Cruz".  Ambos nasceram na Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Bispado de Angra, Arquipélago dos Açores, Portugal. Júlia Maria veio para o Brasil aproximadamente em 1723 em companhia de sua mãe e de suas 2 irmãs e foram morar na casa de seu futuro marido Diogo Garcia, que nessa ocasião já morava no Rio das Mortes Pequenas, Freguesia de São João del Rey, MG, local onde se casaram em 1724. O casal teve 14 filhos, porém, segundo o testamento de Diogo Garcia ele relaciona somente 13 filhos, omitido Francisca Teresa de Jesus, por razões que desconheço. Foram eles: Ana Maria do Nascimento (filha mais velha) batizada em 11 de dezembro de 1724, Helena Maria de Jesus, Maria do Espírito Santo, José Garcia, Júlia Maria do Nascimento, Diogo Garcia Filho, Teresa Maria de Jesus, Catarina Maria do Espírito Santo, João Luis Gonçalves, Capitão, Madalena Maria Garcia, Padre Manuel Gonçalves Corrêa, Antônio, Francisca Teresa de Jesus (não mencionada no seu testamento - página. 6, do segundo volume, primeira parte - As Três Ilhoas) e Mateus Luís Garcia, filho mais novo, nascido aproximadamente em 1750 e casado em 11 de junho de 1771.  
Pais de Dorotéia Maria de Jesus
Antonio de Brito Peixoto e Maria de Morais Ribeiro

Pentavós materno
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Pais de Diogo Garcia
Mateus Luis, já falecido em 1724 era natural da Freguesia de Nossa Senhora da Luz da Ribeira dos Flamengos, Fayal, e de Anna Garcia também já falecida em 1724, natural da Freguesia do Santíssimo Salvador, Vila do Horta, Fayal
Pais de Júlia Maria da Caridade
Manoel Gonçalves Corrêa apelidado "O Burgão" natural da Freguesia do Espírito Santo da Feiteria (Fayal) casou-se em 22 de julho de 1685 na mesma localidade onde nasceu sua esposa e Maria Nunes batizada em 24 de abril de 1667 na Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Açores,  e faleceu no Brasil, em  5 de janeiro de 1742 na Vila de Prados, Minas Gerais.Tiveram 5 filhos, dos quais 4 deixaram descendência. Foram 2 homens (José Nunes e Antonio Nunes) e 3 mulheres (Antonia da Graça ou de Aguiar, Júlia Maria da Caridade e Helena Maria de Jesus), estas vieram para o Brasil, onde ficaram conhecidas como "AS TRÊS ILHOAS".

Hexavós materno

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Pais de Mateus Luis
Francisco Luis
e Maria Martins
Pais de Anna Garcia
Diogo Rodrigues e Bárbara Gularte
Pais de Manoel Gonçalves Corrêa - O Burgão
João Gonçalves e Ignes Corrêa.
Pais de Maria Nunes
João Lourenço ou Nunes, natural da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Ilha do Fayal, Açores, faleceu entre 1675 e 1677. Casou-se em 27 de junho de 1666, no mesmo local onde nasceu, com Madalena George que faleceu em 1º de junho de 1722, com 80 anos, deixando testamento, onde declarava que foi testamenteira de seu primeiro marido. Tiveram 4 filhos (Maria Nunes, Catarina, Manoel Lourenço-Piloto e Antonio)
Madalena George, já viúva, contraiu matrimônio com Manoel Rodrigues Furtado, falecido em 17 de novembro de 1719 com aproximadamente 68 anos e tiveram 3 filhas. (Francisca, Luzia de São Pedro e Francisca)  

Heptavós materno

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Pais de João Lourenço Nunes
Manoel Lourenço e Agueda Nunes
Pais de Madalena George
Gaspar George e Catarina George - (livro 1º de casamentos - 15/01/1666 a 25/03/1694 página 1, 2º assento)

Tios paterno - eram 14 irmãos
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1- José Ferreira da Rosa nasceu cerca de 1816 casado em primeiras núpcias com Francisca de Paula Arantes ( também citada como Francisca Placidina de Arantes), falecida em Batataes em 10 de janeiro de 1853, onde foi inventariada.  Em segundas núpcias casou em Batataes em 17 de janeiro de 1855 com Prudenciana Placidina Vilela viúva de João Ferreira da Rosa (seu irmão). Ele já era falecido em 1887. Tiveram 4 filhos do primeiro matrimônio e cinco filhos do segundo matrimônio.
2- Manoel Ferreira da Rosa Capitão, nascido entre 1818 e 1819, casou-se em 20 de janeiro de 1843 na Matriz de Lavras com Ana Teodora (Dias) de Gouvêa, nascida entre 1819 e 1822. Tiveram uma única filha, Mariana, que faleceu sem descendência. Ela era irmã de Hypólita Carolina Dias De Gouvêa casada com seu irmão Joaquim.
3- Joaquim Ferreira da Rosa casado com Hypólita (Hyppolita) Carolina Dias de Gouvêa - Vide pais de José Feliciano Ferreira da Rosa
4- Maria Theodora de Jesus da Rosa nascida entre 1821 e 1823 casada com José Theodoro Lima Alferes, nascido entre 1817/1819 e falecido em Batataes em 25 de fevereiro de 1860. Segundo casamento com Francisco Antonio Pereira Lima.
5- Maria Silvéria (Silveira) de Jesus da Rosa nascida cerca de 1823/1825 e casada com José Paulino Pinto Nasário, moradores em Casa Branca, SP.
6- Ana nascida em Coqueiral em 1825.
7- João Ferreira da Rosa nascido cerca de 1826/1828 faleceu em maio de 1854, inventariado a partir de 5 de dezembro de 1854 em Batataes era casado com Prudenciana Placidina Vilela. A viúva voltou a casar-se, em segundas núpcias com seu cunhado José Ferreira da Rosa.
8- Francisco nascido em Coqueiral em 1827.
9- Francisco batizado em 16 de outubro de 1831 em Batataes.
10- Antonio Ferreira da Rosa Alferes, batizado em 16 de outubro de 1831 em Batataes, e ali se casou com Purcina de Figueiredo. Tiveram 1 filha.
11- Ana batizada em 27 de junho de 1833 em Batataes.
12- Boaventura batizado em 10 de maio de 1835 em Batataes onde faleceu a 14 de maio de 1835, com 15 dias, de febre.
13- Boaventura Ferreira da Rosa (filho caçula) - Coronel, nasceu em Batataes, SP, em 17 de março de 1837 (1838) e faleceu em Batataes com 57 anos, sendo sepultado em 17 de fevereiro de 1895. Dono da Fazenda Prata (Bom Jesus da Cana Verde – Batataes de outr’ora - Jean de Frans 1939 página 20), residindo em 1889 no largo da Matriz (Bom Jesus da Cana Verde – Batataes de outr’ora - Jean de Frans 1939 página 114). Habilitou-se em 17 de janeiro de 1859 em Batataes, para casar-se com Marianna Clara Villela Rosa (acrescentou Rosa ao nome após o casamento), sua sobrinha paterna, filha de seu irmão Joaquim Ferreira da Rosa e sua mulher Hyppolita Carolina Dias de Gouvêa. Marianna foi batizada em 24 de fevereiro de 1844, com 12 dias, em Batataes. Tiveram 11 filhos: João (Vilela) Ferreira da Rosa casado com Dorotéia Prudente Correia (segundo José Guimarães ele era casado com Rosalina Severiana de Gouveia), Hipólita Carolina da Rosa casada com José Feliciano Dias de Gouveia e em segunda núpcias com Luiz Gonzaga Nogueira Cobra, Joaquim Ferreira da Rosa Neto (Vilela) casado com Olívia Osória Corina Junqueira Franco (Tia Vivita), Ana Clara da Rosa casada com Alcides Nogueira de Carvalho, Antônio Ferreira da Rosa Sobrinho, o Tonico, casado com sua prima Áurea Prudente Correia, Dorotéia Ferreira da Rosa casada com João Batista Grelet, Maria Clara Ferreira da Rosa casada com Manoel Antônio Pereira Lima, José Ferreira da Rosa Sobrinho que casou-se em 30 de novembro de 1901 com Decimira Garcia de Macedo, ele nasceu em 26 de junho de 1880 e faleceu em 07 de setembro de 1958, ela nasceu em 1884 e faleceu em 29 de março de 1943, Pedro Ferreira da Rosa falecido jovem e solteiro, Martinho Garcia Ferreira da Rosa falecido solteiro e Mariana Garcia Ferreira da Rosa falecida solteira.
14- Mariana Ferreira da Rosa casou-se com pessoa desconhecida cujo nome se perdeu, não tendo deixado filhos. Essa informação foi obtida através de um artigo da "Tia Vivita", que era casada com Joaquim Ferreira da Rosa Neto, seu sobrinho. Mariana não consta no livro de José Guimarães (As três Ilhoas - livro 2 primeira parte página 379)

José Feliciano e seus 8 irmãos
As Três Ilhoas, 2, primeira parte, folha 383, relaciona os irmãos, deixando algumas dúvidas
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1- Marianna Clara Villela Rosa (acrescentou Rosa ao nome após o casamento), batizada em 24 de fevereiro de 1844 com 12 dias em Batataes, SP, onde habilitou-se para casar, em 17 de janeiro de 1859 com seu tio paterno Boaventura Ferreira da Rosa (Tenente Coronel), irmão de seu pai Joaquim Ferreira da Rosa. Boaventura nasceu em Batataes em 17 de março de 1837 (1838)  e faleceu em Batataes com 57 anos sendo sepultado em 17 de fevereiro de 1895. Tiveram 11 filhos: João (Vilela) Ferreira da Rosa casado com Dorotéia Prudente Correia (segundo José Guimarães ele era casado com Rosalina Severiana de Gouveia), Hipólita Carolina da Rosa casada com José Feliciano Dias de Gouveia e em segunda núpcias com Luiz Gonzaga Nogueira Cobra, Joaquim Ferreira da Rosa Neto (Vilela) casado com Olívia Osória Corina Junqueira Franco (Tia Vivita), Ana Clara da Rosa casada com Alcides Nogueira de Carvalho, Antônio Ferreira da Rosa Sobrinho, o Tonico, casado com sua prima Áurea Prudente Correia, Dorotéia Ferreira da Rosa casada com João Batista Grelet, Maria Clara Ferreira da Rosa casada com Manoel Antônio Pereira Lima, José Ferreira da Rosa Sobrinho que casou-se em 30 de novembro de 1901 com Decimira Garcia de Macedo, ele nasceu em 26 de junho de 1880 e faleceu em 07 de setembro de 1958, ela nasceu em 1884 e faleceu em 29 de março de 1943, Pedro Ferreira da Rosa falecido jovem e solteiro, Martinho Garcia Ferreira da Rosa falecido solteiro e Mariana Garcia Ferreira da Rosa falecida solteira. 
2- Dorotéia (Dorotheia) Claudina Corrêa da Rosa batizada em 20 de setembro de 1850 (Batizada na Paróquia do Senhor Bom Jesus da Cana Verde, Livro 02, Fls. 311) com 9 meses, em Batataes, faleceu em 9 de outubro de 1916. Era casada com o “Capitão” Francisco Prudente José Corrêa (irmão de José Prudente Corrêa que era casado com sua irmã Maria Carolina), nascido em cerca de 1839 em Minas Gerais faleceu em 27 de maio de 1910. (irmão de José Prudente Corrêa casado com sua irmã Maria Carolina) – Tiveram 9 filhos: Ana Epifânia, Áurea casada com seu primo Antonio Ferreira da Rosa Sobrinho (Tonico), Maria Rita, Elisa, José Prudente, Emilia, Prudente, Ester e Francisco.
3- Antônio Ferreira da Rosa (Capitão) nasceu em 26 de março de 1847 em Batataes, SP, e faleceu em 14 de outubro de 1909 em São Paulo, SP, casou-se em Batataes em 20 de agosto de 1879 com Mariana Constância de Andrade Diniz Junqueira - viúva – nascida em 26 de março de 1857 (1836) em Batataes. Seu nome foi dado à rua “Capitão Antonio Rosa” no Jardim Paulistano, SP, pela Lei 4216 de 25 de março de 1952,. Eles tiveram 8 filhos.
4- Martinho Ferreira da Rosa - “Tenente Coronel” batizado em 01 de dezembro de 1849 com 1 mês, em Batataes, SP, faleceu no dia 10 de janeiro de 1931, onde casou-se em 03 de junho de 1872 com Emirena Ozória de Souza nascida em Batataes. Filhos adotivos Romilda e Esther – tiveram outros ?
5- José Feliciano Ferreira da Rosa (Dr. Rosa), nasceu no dia 09 de junho de 1852 e foi batizado em 20 de junho do mesmo ano (certidão de batismo da Paróquia do Senhor Bom Jesus da Cana Verde, Batataes, SP, Livro 02, Fls. 340). Casou-se em Jundiahy, SP, no dia 15 de setembro de 1878 (16 de julho de 1879 – As três Ilhoas 2/1, pag. 389)) com Maria Angélica Martins Cruz (Mariquinhas), que passou a chamar-se Maria Angélica Cruz da Rosa após o casamento. Ela nasceu em Jundiahy, SP, no dia 3 de abril de 1863. Ambos faleceram em São Paulo, ela no dia 17 de novembro de 1938 (certidão de óbito do 20º cartório Registro Civil da Comarca de São Paulo - Livro C15 - Fls. 36  número 5633) e ele no dia 15 de setembro de 1910 (certidão de óbito do 11º Registro Civil da Comarca de São Paulo – livro C19 – fls. 159V  número 519). Tiveram 10 filhos: Hyppólita Ferreira da Rosa, José Feliciano Ferreira da Rosa Filho, Evelina Ferreira da Rosa, Durvalina Ferreira da Rosa, Maria Angélica Ferreira da Rosa - Marieta, Armando Ferreira da Rosa, Ana Alexandrina Ferreira da Rosa, Ordália Ferreira da Rosa, Sylvia Ferreira da Rosa e Olga Ferreira da Rosa.
6- Joaquim Ferreira da Rosa Filho (Junior)- “Tenente Coronel” – nascido na fazenda "Retiro da Prata", Batataes em 28 de outubro de 1857 faleceu em 13 de janeiro de 1916. Fazendeiro em Batataes, onde em 30 de setembro de 1878 casou-se com sua prima em terceiro grau, Basília Cândida de Lima ou Basília Ortência Gonçalves, filha de Joaquim Gonçalves dos Santos e Anna Theodora de Lima.
7- Anna Esmeraldina de Lima batizada em 09 de janeiro de 1854 com 15 dias em Batatais, SP, viúva, casou-se em 15 de abril de 1872 com Francisco Antônio Pereira Lima Sobrinho.
8- Maria Carolina Corrêa da Rosa, Tia Calina, batizada no dia 8 de setembro de 1845, com 25 dias de idade, em Batataes, casada com o Capitão José Prudente Corrêa, nascido cerca de 1835 em Minas Gerais. Ela faleceu em 18 de abril de 1904. Tiveram 9 filhos: Joaquim Prudente, Maria, Hippolita, Dorotéia, Prudente, Engrácia, Adélia, Francisco e José.
9- João Ferreira da Rosa (Bom Jesus da Cana Verde – Batataes de outr’ora - Jean de Frans 1939 página 113), republicano, nascido em Batataes, bacharel em pharmacia e lavrador, dono de uma farmácia, em sociedade com Thomaz Martins de Araújo, denominada “14 de Julho” e estabelecida à rua 7 de Setembro.

Notas - Fontes de pesquisa
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- Informações obtidas através do genealogista Roberto de Vasconcellos Martins bem como do seu  magnífico trabalho de organizar, redigir e publicar o livro - "As Três Ilhoas" de José Guimarães - 1990 - livro 2 Primeira Parte. Foram corrigidas algumas falhas, omissões e enganos encontrados no livro, conforme já previsto por Roberto de Vasconcellos Martins.
- A pesquisa da ascendência açoriana de Júlia Maria da Caridade, uma das três ilhoas, foi feita por Marta Amato, pesquisadora profissional, e publicada no livro "A Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Carrancas e sua história", em 1996.
- Artigo publicado na Revista da ASBRAP nº 5, 1999, de autoria de Arthur Nogueira Campos